terça-feira, 2 de outubro de 2012

Comunicação de massa

Meios de comunicação tais como jornais, revistas e Tvs tem a importante função de informar, educar e entreter. Esses  meios podem tanto ser úteis para a formação do indivíduo como podem alienar e manipular!
   É também importante não tratar a cultura como mercadoria, disseminando a ideia da "cultura de massa" que empobrece as diferentes apresentações que a cultura pode assumir.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

A manipulação da massa



A manipulação da massa que existia na época do surgimento da Indústria Cultural, ainda existe nos dias atuais.  Enquanto ocorrem tragédias pelo mundo, ou fatos de natureza política que seriam de interesse geral da população, a mídia com o seu entretenimento distrai os telespectadores com dramas fictícios, ou com programas vazios em conhecimento. Tudo isso para não despertar o questionamento, que consequentemente leva ao conhecimento, e não sendo esse o objetivo da elite, fica muito mais fácil disponibilizar o chamado “pão e circo”, fazendo com que a massa se sinta realmente satisfeita com o que lhes é disponibilizado. E isso cria uma alienação tão grande, que as pessoas acham que querem uma coisa que na verdade é imposta indiretamente, sem que a mesma nem perceba. Dessa forma tudo parece estar normal, quando na verdade nos transformamos em marionetes do sistema desse mercado capitalista que é a Indústria Cultural.


Pesquisa realizada por:
Alex Prado, Glaucia I. Périco, Marcio Luiz Galan Jr  e Melissa Paz
Alunos do 1° período de Comunicação Social- Habilitação em Jornalismo 

Veículos de Comunicação em massa


Os veículos de comunicação em massa, por terem como principal característica é a capacidade de atingir um grande numero de pessoas em pouco tempo, são os melhores e mais usados meios da indústria cultural para difundir as mercadorias e convencer a população a compra-las.

Hoje, o principal veículo é a internet, mas ainda temos a televisão, o rádio, o jornal e o cinema.






Pesquisa realizada por:
Alex Prado, Glaucia I. Périco, Marcio Luiz Galan Jr  e Melissa Paz
Alunos do 1° período de Comunicação Social- Habilitação em Jornalismo

Cultura de massa



A expressão “cultura de massa”, é aquela que tem como objetivo atingir a massa popular, maioria dentro de uma população, sem fazer distinção social, étnica, etária, sexual ou psíquica. Todo o conteúdo produzindo por ela é disseminado por meio dos veículos de comunicação de massa.

O termo “industrial cultural” foi usado por Adorno e Horkheimer para substituir o conceito de “cultura de massa”. Hoje, costumasse usar “cultura de massa” apenas quando se quer dar uma conotação positiva ao assunto.





Pesquisa realizada por:Alex Prado, Glaucia I. Périco, Marcio Luiz Galan Jr  e Melissa PazAlunos do 1° período de Comunicação Social- Habilitação em Jornalismo

Para refletir: você acredita mesmo que não é manipulado?


O homem se encontra em poder de uma sociedade que o manipula a seu bel-prazer.


A indústria cultural ao preferir a eficácia dos seus produtos, determina o consumo e exclui tudo o que é novo, tudo o que se configura como risco inútil. Um bom exemplo dessa citação é a propaganda das havaianas que sempre diz ao final do comercial: As únicas originais recusem imitações.  Como se todas as outras sandálias fossem imitações e não tivessem originalidade.
O consumidor não é soberano, como a indústria cultural quer fazer crer, não é o seu sujeito, mais o seu objeto. Os produtos as indústria cultural paralisam a imaginação e a espontaneidade. Assemelha- se em tudo a um questionário de múltipla escolha: quem o preenche está limitado a alternativas muito precisas e previamente fixadas.

Pesquisa realizada por:
Alex Prado, Glaucia I. Périco, Marcio Luiz Galan Jr  e Melissa Paz
Alunos do 1° período de Comunicação Social- Habilitação em Jornalismo

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Telegrafia ainda é alternativa de comunicação

         Criado pelo americano Samuel Finley Breese Morse, o telégrafo elétrico surgiu em 1835. Em 1866, 4 mil quilômetros de cabo atravessaram o mar ligando o continente Americano e o Europeu e, no Brasil, o primeiro telégrafo ligou a cidade do Rio de Janeiro à Petrópolis, em 1857. Apesar do surgimento de novas tecnologias, ainda hoje, o telégrafo é considerado um meio de comunicação confiável, pois sua   comunicação é em código e a emissão da mensagem não possui interferência.


Caracteres Telegráficos

Única fábrica de máquina de escrever sobrevive nos EUA


Sediada nos Estados Unidos, a última fábrica de máquina de escrever do mundo continua resistindo às inovações da era tecnológica. A empresa fornece máquinas para presídios de 43 estados americanos. A máquina de escrever que reinou por aproximadamente um século é hoje considerada peça de museu, porém o dono da fábrica permanece otimista e acredita que ela não desaparecerá tão cedo. 

Máquina de escrever completa 145 anos em 2012

         A primeira patente da máquina de escrever foi feita em 1714 pelo inglês Henry Mill, porém, foi criada pelo americano Christopher Latham Sholes, há 145 anos. Ao longo de todo seu aperfeiçoamento surgiram muitos outros protótipos, inclusive no Brasil, com o padre pernambucano Francisco João de Azevedo. A máquina de escrever foi substituída pelo computador a partir da década de 1980, pois o mesmo possuía as mesmas funções, em um nível significativamente mais avançado. 

domingo, 23 de setembro de 2012

A Vida em Roma Diária


A Vida em Roma Diária 

É da capital do Império Romano que vem o percussor do que mais tarde se aprimoraria e tomaria o nome de Jornal. A “Acta Diurna Populi Romani”, ou em português, “Relatos diários ao povo de Roma” foi criada aproximadamente em 59 A.C., pelo imperador Julio César, e era feita em placas de pedra, sendo exposta diariamente em lugares públicos onde houvesse uma boa visibilidade. As placas eram diariamente recolhidas e guardadas, para que pudessem ser usadas posteriormente para consulta. Apesar do cuidado dos romanos com as Actas, nenhuma delas perdurou até a atualidade, sendo sua existência conhecida através do que foi escrito sobre elas. 
A publicação desse periódico diário teve seu fim quando a capital do Império Romano mudou para Constantinopla.




Curiosidades sobre a Acta


 Curiosidades sobre a Acta

Apesar de inaugurar o conceito e o formato geral dos jornais e do jornalismo modernos, a Acta Diurna tinha algumas curiosidades:
   As comunicações também eram lentas na Época do Império Romano, como os textos eram transportados a pé ou a cavalo, embora as Actas fossem publicada todos os dias, sempre eram publicava notícias atrasadas de dias ou semanas atrás.
    Como era uma publicação de jornalismo oficial, a Acta Diurna Romana não era imparcial, nunca publicava notícias negativas de derrotas do Exército Romano e nem escândalos envolvendo pessoas públicas e aliadas do Imperador.


A Vida em Roma Diária II


 A Vida em Roma Diária II

O jornal que é tido hoje como o mais antigo de todos abordava assuntos variados. Além de conteúdo oficial do governo, como decretos, mandatos e sentenças judiciais, as Actas abordavam a vida social, eventos, mortes e nascimentos, escândalos envolvendo políticos e quaisquer assuntos de relevância para a sociedade. De certa maneira, a variedade dos assuntos presentes nas Actas se assemelha aos jornais de hoje.


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Em defesa da República liberal

Os girondinos representavam a tendência republicana e revolucionária. Identificados com os interesses da burguesia, defendiam uma República liberal e que garantisse a propriedade privada. Eram deputados de um departamento do interior da França, a Gironda (daí o nome ‘girondinos’), área próspera da costa atlântica, e representantes do grupo de direita, o mais conservador durante o processo da Revolução Francesa. Liderados por Jacques Pierre Brissot, os girondinos compunham o Terceiro Estado, junto com os Jacobinos e os Cordeliers. Durante o processo da Revolução Francesa, os conservadores de direita, defenderam a instalação de uma monarquia constitucional na França, após a queda do absolutismo. Eram contrários ao radicalismo defendido pelos jacobinos e, em 1793, foram eliminados com a instituição do regime do ‘terror’ pelos jacobinos.



REFERÊNCIAS:
Sua Pesquisa. Revolução Francesa. Disponível em: http://www.suapesquisa.com/francesaAcesso em 13 Set 2012.

Brasil Escola. Revolução Francesa. Disponível em: http://www.brasilescola.com/historiag/revolucao-francesa.htm. Acesso em 14 Set 2012.

Jacobinos: A contradição do governo de Robespierre


A fase do Terror inicia-se em 31 de maio de 1793(queda dos girondinos) e termina em 27 de julho de 1794(prisão de Robespierre). Apesar de ser um governo de maioria popular, os jacobinos não buscavam atender ao interesse dessa classe e, sim, da pequena burguesia francesa. O estopim do terror foi o assassinato do ídolo popular Marat, morto por uma mulher do partido girondino. A partir daí, tem-se a instauração do terror e a perseguição contra aqueles que fossem contrários aos ideais jacobinos, principalmente, membros dos girondinos. É durante esse governo que ocorriam as famosas mortes por guilhotinas. Sem receio, os opositores iam a julgamentos populares e, em seguida, eram guilhotinados. O grande nome desse governo foi: Robespierre. Fazia parte do Comitê de Salvação Pública e buscava os ideais de liberdade e igualdade. Tinha como objetivo eliminar de qualquer modo aqueles considerados inimigos do povo. Contudo, em julho de 1794, um golpe encabeçado pelos girondinos derruba o líder e, em seguida, ele e seus companheiros acabaram morrendo da mesma maneira que mataram muitas pessoas. Portanto, hoje temos a divisão de opinião entre aqueles que defendem as ideias de liberdade e igualdade de Robespierre e os que o julgam pelo seu governo ditador e sanguinário. E você, qual ideia defende?


REFERÊNCIAS:

UOL Educação. Robespierre. Disponível em: http://educacao.uol.com.br/biografias/robespierre.jhtmAcesso em: 13 Set. 2012

Sua Pesquisa. Revolução Francesa. Disponível em: http://www.suapesquisa.com/francesa. Acesso em: 13 Set 2012.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

A MAIOR TRAGÉDIA DE NELSON RODRIGUES


A Maior Tragédia de Nelson Rodrigues



   Até que ponto vale a pena explorar a desgraça alheia em troca de audiência? Até que ponto a sensação que causo em meu leitor é mais importante do que as sensações dos “personagens” de minha noticia? Todos os jornalistas já devem ter caído neste dilema, mas, o Jornal Crítica criado por Mario Rodrigues em 1928 é um dos melhores exemplos de sucesso e fracasso da exploração das desgraças humanas.

   Com uma estréia pequena de apenas oito paginas, em um ano já tinha uma versão especial com 40, sendo grande parte formada por anúncios. Mario descobriu brechas nos então desinteressados leitores e, propondo um jornal direto, com notícias populares e a preço convidativo, se tornou dono do “matutino de maior circulação do Brasil”.

   Mas foi uma tragédia que deu início ao fim jornal. Roberto Rodrigues, filho de Mario, foi assassinado por  Sylvia Thybau, escritora e dama da sociedade carioca, que, apesar de ter feito pedido para que o jornal não publicasse sua separação, teve a surpresa de se ver estampando uma matéria de Crítica. Revoltada, ela vai a redação do jornal para matar Mario Rodrigues ou um de seus filhos. Com a morte de Roberto, a família Rodrigues começa a cair em desgraça. Mario morre dois meses após o filho e o jornal é fechado após a revolução de 1930. Sylvia é considerada inocente pelo assassinato de Roberto. Tantas tragédias serviram de estimulo para que Nelson Rodrigues escrevesse peças e, mais tarde, se tornasse referência pela excelência de seu trabalho como escritor e jornalista.

   A seguir, trechos do extinto Linha Direta ( TV Globo), mostrando o caso Roberto Rodrigues:

Parte I


Parte II


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

O SURGIMENTO DA ESCRITA E DO PAPEL



O SURGIMENTO DA ESCRITA E DO PAPEL

       O surgimento da escrita é um marco que divide a história da pré-história, por começar nessa época o registro dos acontecimentos. A escrita se origina na época das cavernas de formas primitivas como símbolos até uma proto-escrita que foi a formação da base do surgimento da escrita como forma de representação da língua.
          Com o aprimoramento da Escrita, ouve-se uma necessidade de encontrar uma forma mais prática e fácil de registras os acontecimentos, para substituir então as placas de argilas e até pedras que eram utilizadas, surge o papiro e o papel. O papel ou as suas formas inicias surgiram em vários pontos quase que ao mesmo tempo, ainda que de formas diferentes, muitos historiadores conferem o crédito da invenção do papel aos chineses que criaram o papel por meio de fibras vegetais, sendo os persas a adaptarem essas fibras com novos elementos dando a este "papel" a textura mais utilizada.

bibliografia:http://oficinadohistoriador.blogspot.com.br/2011/05/breve-historia-do-surgimeno-do-papel.html

A Indústria Cultural


imagem de reprodução
O termo Indústria Cultural foi criado por dois filósofos e sociólogos alemães, Theodor Adorno (1903-1969) e Max Horkheimer(1895-1973), com a finalidade de designar a situação da arte na sociedade capitalista comercial.

Para Adorno e Horkheimer a arte seria tratada como objeto de consumo, onde as pessoas se interessariam apenas pelo que já fora experimentado, e não mais pelo novo ou pelo desconhecido, neutralizando assim o senso crítico do público dando a ele somente o que ele quer. Esse sistema incentiva o indivíduo a ter uma necessidade de consumo ao invés do conhecimento.

Conhecimento gera questionamento, e a intenção não era despertar o estranhamento ou gerar dúvidas, mas camuflar problemas sociais com o entretenimento e mercadorias próprias para a venda. Uma forma de manipulação que existe até hoje.

Abaixo um vídeo que visa explicar como funciona a indústria cultural e seu efeito de massificação:


video




Pesquisa realizada por:
Alex Prado, Glaucia I. Périco, Marcio Luiz Galan Jr  e Melissa Paz
Alunos do 1° período de Comunicação Social- Habilitação em Jornalismo


A origem dos jornais



A tipografia e o surgimento dos primeiros jornais.


        Para falar sobre a história do jornal é necessário começar com o surgimento da tipografia, que inicia-se  na Europa no século XV pelo inventor alemão Johannes Gensfleisch Zur Laden Zum Gutemberg, o qual lançou mão de seu conhecimento como ourives para fundir o metal e criar caracteres que inseridos numa máquina chamada prensa estampavam as letras no papel, com o passar dos anos aperfeiçoou seu invento criando uma tinta para impressão capaz de não transpassar o papel. Apresentada ao mundo em 1440 a prensa de Gutenberg possibilitou a produção em massa da palavra impressa. Como primeiro produto, o alemão imprimiu 180 exemplares da famosa B-42 – a Bíblia de 42 linhas – das quais apenas se conservam 48 exemplares. Em 1470 a arte da impressão já havia se espalhado por grande parte da Europa, chegando aos Estados Unidos em 1639 e ao Brasil em 1746 através de Antonio Isidoro da Fonseca.
         Os jornais pode-se dizer que tiveram origem com o imperador Júlio César, o qual divulgava os acontecimentos importantes do império através de gravações em placas brancas expondo-as em lugares públicos, a chamada Acta Diurna. Com a invenção de Gutemberg foi inaugurada a era do jornal moderno, onde os boletins em manuscrito que circulavam pelas cidades da Alemanha em fins do século XV, gradativamente na metade do século XVII surgiram como publicações periódicas que nasciam nas oficinas tipográficas. Por restrições da Coroa Portuguesa, essa técnica tardou a chegar ao Brasil e, somente em 1808 é que surgem os primeiros jornais brasileiros, sendo a Gazeta do Rio de Janeiro o primeiro a ser impresso no País, nesse período outro veículo O Correio Braziliense já circulava clandestinamente. 




À direita edição da Gazeta do Rio de Janeiro de 1808 - primeiro jornal do país. À esquerda o clandestino Correio Braziliense


À esquerda, a prensa de Gutenberg e seu primeiro impresso: a B-42 – a Bíblia de 42 linhas








Equipe:
Amanda Lopes Ribeiro
Jeslayne Valente
Heloiza Vieira de Oliveira
Neiva Makuko
Renata Valente


Referências Bibliográficas:

- www.tipografos.net

- Enciclopédia A Barsa 
-  www.tipografos.net . A historia da tipografia.
-  www.anj.org.br/a-industriajornalistica/historianomundo/historiadojornal.pdf
- https://sites.google.com/a/essr.net/tipografia-na-soares-dos-reis/a-tipografia
- http://www.editoraunesp.com.br/artigos-autores-detalhe.asp?art_id=3&aut_id=132

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Comunicação de massa

    A comunicação nos primórdios não era exercida em grandes grupos de pessoas, acontecia em pequenos grupos, o que não exigia que houvesse uma linguagem muito complexa.
    Com o passar do tempo, a forma como nos comunicamos e interagimos com nosso entorno tornou-se uma maneira de entendermos nosso comportamento. Apenas a partir da invenção do tipógrafo, é que a comunicação em massa passou a ser possível, quebrando as fronteiras da distância.
    Atualmente, os meios de comunicação tais como jornais, canais de Tv, revistas e livros são alguns dos meios de comunicação mais comuns que possuem função de informar, educar e entreter.
    Por estarem muito presentes no cotidiano, os meios de comunicação tanto podem ser úteis como podem alienar e manipular.
    Uma consequência da grande presença do marketing nos meios de comunicação é a transformação de cultura em mercadoria, a "indústria cultural", onde a produção cultural e intelectual passa a ser guiada pela possibilidade de consumo mercadológico.

Referências bibliográficas:

- Andrade, Cândido Teobaldo de Souza. Para entender relações públicas. 2a edição. Biblos, 1965;
- Aranguren, José Luiz López. Comunicação humana. Jorge Zahar, 1975;
- Cesca, Cleuza Gimenes. Comunicação dirigida escrita na empresa: teoria e prática. Summus, 1995;
- Kunsch, Margarida Maria Krohling. Obtendo resultados com relações públicas. Pioneira, 1997.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Liberdade,igualdade e fraternidade : um lema ou um dilema?


Revolução Francesa


No século XVIII, a França vivia um período difícil: a crise econômica instaurara-se e a base da sociedade, composta por burgueses, camponeses, artesãos e trabalhadores braçais, arcava com as despesas do clero e da nobreza, ficando praticamente na miséria. A situação insustentável fez com que estas pessoas se revoltassem, mais precisamente em 1789.
O lema dos revolucionários era: "igualdade, liberdade e fraternidade", baseado nos ideais iluministas de uso da razão e foco no ser humano. Com o passar do tempo, os rebeldes que antes estavam unidos dividiram-se, provocando o surgimento de partidos radicais e extremistas que não hesitaram em derramar o sangue e tirar a vida do primeiro que se colocasse no caminho.
Fica a dúvida: como o belo ideário de "igualdade, liberdade e fraternidade", que deveria ser o princípio norteador da Revolução Francesa, foi suplantado pela violência e egoísmo de alguns? Isso é usar a razão? Será que valorizar o homem é sinônimo de massacrar quem pensa diferente? Questões que se formulam sobre este período histórico, mas que também se encaixam perfeitamente na sociedade contemporânea.

                                             
REFERÊNCIAS :
- Apostila Positivo
- http://www.suapesquisa.com/francesa/

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

BEM VINDOS TURMA DE JORNALISMO 2012



       Sejam todos bem vindos ao blog da turma de Jornalismo da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, tuma de inverno de 2012. Caros estudantes e colegas de turma este blog será o espaço onde postaremos os trabalhos das disciclipas e exercitaremos nossas habilidades como futuros comunicadores sociais. Qualquer sugestão, crítica ou elogio fiquem a vontade para partilhar com os demais.